Educação Ambiental no Parque Aguapeí

O Parque Estadual Aguapeí, também chamado de PEA, é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral Estadual. Fica localizado a noroeste do estado de São Paulo, próximo à Usina Ipê, e totaliza uma área de 9.043,97 ha.

As Unidades de Conservação são importantes porque abrigam fauna, flora, recursos hídricos, paisagens incríveis, processos ecológicos e valores culturais. Por isso, recebem proteção especial. Portanto, o Parque Estadual Aguapeí desempenha um papel fundamental na conservação dos ecossistemas e dos habitats naturais.

Com o objetivo de desenvolver a conscientização ambiental em crianças e jovens da região, foi implementado um projeto, da Usina Ipê em parceria com a Fundação Florestal do Estado de São Paulo e a Viralcool, para a realização de um programa de visitas ao Parque, onde a Usina Ipê fornece o transporte, equipamentos de segurança e lanches para crianças e jovens em idade escolar participantes do programa, além de material explicativo e orientações ambientais.

RenovaBio

A Pedra Agroindustrial também aderiu ao Programa do Governo Federal lançado pelo Ministério de Minas e Energia, em dezembro de 2016, cujo objetivo é expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social, e compatível com o crescimento do mercado.

O RenovaBio é uma política de Estado que objetiva traçar uma estratégia conjunta para reconhecer o papel de todos os tipos de biocombustíveis na matriz energética brasileira, tanto para a segurança energética quanto para mitigação de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde

O Protocolo é um acordo efetuado entre o Governo do Estado de São Paulo, representado pela Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria da Agricultura e Abastecimento e pela Companhia Ambiental Paulista – CETESB, e pelo Setor Sucroenergético, representado pela União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo – UNICA e pela Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil – ORPLANA, que estabelece a antecipação do prazo para o fim da queima de cana-de-açúcar.

Com a adesão ao Protocolo em outubro de 2007, a empresa antecipou os prazos legais para o fim da colheita de cana queimada para 2014 nas áreas mecanizáveis e 2017 nas não-mecanizáveis. Para efetivar o acordo, elaborou um plano de ação com programas complementares para proteção das matas ciliares, controle de erosão do solo, controle e reuso da água, destinação correta para embalagens de agrotóxicos e resíduos sólidos, além do monitoramento e controle de emissões atmosféricas.

Com a formalização do acordo, a empresa recebeu o “Certificado de Conformidade Agroambiental” que é anualmente renovado quando as metas estabelecidas no plano de ação são cumpridas.

Em 2017, o Protocolo, trouxe um alinhamento com o Programa Etanol Mais Verde da Secretaria do Meio Ambiente, que, por sua vez e em continuidade às ações desenvolvidas nos Protocolos Agroambientais que o precederam, definiu 10 Diretivas Técnicas que são desenvolvidas pelas usinas e fornecedores de cana signatários do Protocolo:

a. Eliminação da Queima

b. Adequação à Lei Federal nº 12.651/2012

c. Proteção e Restauração das Áreas Ciliares

d. Conservação do Solo

e. Conservação e Reuso da Água

f. Aproveitamento dos Subprodutos da Cana-de-Açúcar

g. Responsabilidade Socioambiental e Certificações

h. Boas Práticas no Uso de Agrotóxicos

i. Medidas de Proteção à Fauna

j. Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais

Em 2018, o protocolo fundamentou-se em três novos alicerces em benefício do meio-ambiente: geração de água, biodiversidade e cobertura vegetal, para que o etanol possa ser o grande combustível das mudanças climáticas. Essa nova versão reforça a parceria entre as secretarias do Meio Ambiente e Agricultura e o setor produtivo para produzir, cada vez mais, um etanol ainda mais verde. É importante ressaltar que o Protocolo Agroambiental do Setor Sucroenergético foi uma iniciativa pioneira no Brasil, e que sua área de abrangência se restringe ao Estado de São Paulo (Fonte: Governo do Estado de SP).

Viveiro de Mudas Nativas

Localizado na Fazenda da Pedra, em Serrana, produz em média 100 mil mudas de 80 espécies nativas da região. As sementes são selecionadas em áreas nativas da região e cuidadosamente manjadas para gerar novas mudas que são utilizadas no reflorestamento das Áreas de Preservação Permanentes - APP’s.

Programa de Recomposição Florestal das Áreas de Preservação Permanente

A garantia da qualidade de vida em nosso planeta está diretamente ligada à preservação florestal. Dentre vários fatores, as florestas influenciam diretamente no clima, temperatura, qualidade e umidade do ar.

A conservação dos recursos naturais garante que as indústrias mantenham suas atividades e que as cidades continuem a oferecer à população qualidade de vida.

Por isso, a Pedra Agroindustrial vem recuperando as Áreas de Preservação Permanente (APPs) de todos os imóveis próprios e de alguns imóveis explorados em regime de parceria agrícola.

Desenvolvido em parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP, o Programa de Recomposição Florestal das Áreas de Preservação Permanente teve início no ano de 2005 e tem como principal objetivo restaurar as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) das fazendas do grupo Pedra Agroindustrial S/A.

Cerca de 1 milhão de mudas foram plantadas, entre nativas e outras espécies, em áreas das três unidades: Usina da Pedra, Usina Buriti e Usina Ipê.

Mas o que é a APP (Área de Preservação Permanente)?

É a formação vegetal localizada nas margens de riachos, rios, córregos, lagos, represas e nascentes. A preservação é essencial para proteger as nascentes e conservar a biodiversidade.